O Vento (Fabio Terra)
O brinquedo do vento, são as folhas,
que mudam de endereço a cada carinho dele.
Muitas vezes ele, o vento, teima em chatear a gente,
coisa de irmão caçula,
Coloca as mãos nos olhos só pra você advinhar quem é.
Outras horas se descamba proutro porto,
atrás da maresia dos sonhadores.
Mas sempre volta trazendo
novos ares e paixões.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
NASCI LONGE DAQUI.
Nasci Longe Daqui (Fabio Terra)
Nasci longe daqui,
Daqui onde vivo e moro
Daqui onde sonho e rogo.
Feliz não sei se fui lá,
Apenas me lembro que tinha paz
que dormia e sonhava infância.
Nasci lá, vim morar aqui,
E daqui onde moro e vivo,
Não penso, não posso e não quero mudar.
Aqui, onde moro e vivo,
Apenas me lembro que tenho paz
E assim não sonho em voltar pra lá.
Nasci longe daqui,
Daqui onde vivo e moro
Daqui onde sonho e rogo.
Feliz não sei se fui lá,
Apenas me lembro que tinha paz
que dormia e sonhava infância.
Nasci lá, vim morar aqui,
E daqui onde moro e vivo,
Não penso, não posso e não quero mudar.
Aqui, onde moro e vivo,
Apenas me lembro que tenho paz
E assim não sonho em voltar pra lá.
domingo, 18 de julho de 2010
BIKE.
Bike (Fabio Terra)
Parei minha bike na porta do parque.
Quando voltei, já não estava mais lá!
Se tivessem perguntado, teria emprestado.
Parei minha bike na porta do parque.
Quando voltei, já não estava mais lá!
Se tivessem perguntado, teria emprestado.
SOL, BRISA E UM SORRISO.
Sol, Brisa e Um Sorriso. (Fabio Terra)
O vento traz coisas novas
Dissipa a nuvem espessa
Cobre meu rosto com uma brisa
Que me faz sorrir olhando pra cima
E me obriga a olhar para o Sol,
Fechar os olhos, abrir os braços
E esquecer o passado!
O vento traz coisas novas
Dissipa a nuvem espessa
Cobre meu rosto com uma brisa
Que me faz sorrir olhando pra cima
E me obriga a olhar para o Sol,
Fechar os olhos, abrir os braços
E esquecer o passado!
sexta-feira, 25 de junho de 2010
A DOSE CERTA.
A Dose Certa (Fabio Terra)
Continuo procurando a dose certa
Entre a poeira do deserto
Onde nada pode me perturbar
Mato minha sede com a areia quente
Deixo ela escorrer pela garganta
Me sufocando com a sede do impávido astro solar.
Me arrasto feliz onde o vento castiga
Meus olhos secos, como minhas preces;
Que já me abandonaram desde a dose certa
E a lembrança de como foi amar.
Castigo o interrupto angulo da alma
Olhando pra baixo desorgulhosamente,
A sombra triste de quem um dia
Olhou pra cima e sonhou que podia voar.
Continuo procurando a dose certa
Entre a poeira do deserto
Onde nada pode me perturbar
Mato minha sede com a areia quente
Deixo ela escorrer pela garganta
Me sufocando com a sede do impávido astro solar.
Me arrasto feliz onde o vento castiga
Meus olhos secos, como minhas preces;
Que já me abandonaram desde a dose certa
E a lembrança de como foi amar.
Castigo o interrupto angulo da alma
Olhando pra baixo desorgulhosamente,
A sombra triste de quem um dia
Olhou pra cima e sonhou que podia voar.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
O EMPREGO DA ALÊ.
O Emprego Da Alê (Fabio Terra)
Emprego, dinheiro e prazer
Qual desses três tem mais valor pra você,
Cabe ao seu coração desenhar e dizer
Aquele que mais importa, ou vale mais pra você
Tesão de gente nova é igual à bomba H.
A gente corre atrás de dinheiro, amor, emprego e prazer
Fim de semana, confusão e amigos, futuro e coisas do passado
pra esquecer
Escapamos dos colos inocentes
Preferindo os colos improcedentes onde bate o coração
Mas sempre o futuro, há de ser,mais legal
Mesmo que seja em uma oração.
No prazer, no dinheiro, no emprego, nos amigos e no tesão.
Emprego, dinheiro e prazer
Qual desses três tem mais valor pra você,
Cabe ao seu coração desenhar e dizer
Aquele que mais importa, ou vale mais pra você
Tesão de gente nova é igual à bomba H.
A gente corre atrás de dinheiro, amor, emprego e prazer
Fim de semana, confusão e amigos, futuro e coisas do passado
pra esquecer
Escapamos dos colos inocentes
Preferindo os colos improcedentes onde bate o coração
Mas sempre o futuro, há de ser,mais legal
Mesmo que seja em uma oração.
No prazer, no dinheiro, no emprego, nos amigos e no tesão.
ASSIM QUE A TEMPESTADE PAROU.
Assim Que Tempestade Parou (Fabio Terra)
Assim que a tempestade parou
Você se sossegou apanhando amuletos da sorte,
E rezou para que Deus consertasse o seu erro.
Mas preso na teia da modernidade
Continuou esperando pela última picada sem dor
E correu para o matadouro a céu aberto
Sangue e leite correram juntos
Nas ruas barulhentas e estranhas
Sangre de Cristo lave a minha alma
Hóstia Consagrada, me façam engolir à força
Respire, respire bastardo
A fumaça é lenta e vermelha
Não quero mais esperar pelo jornal com minha foto,
Que saiu hoje!
E já é passado.
Assim que a tempestade parou
Você se sossegou apanhando amuletos da sorte,
E rezou para que Deus consertasse o seu erro.
Mas preso na teia da modernidade
Continuou esperando pela última picada sem dor
E correu para o matadouro a céu aberto
Sangue e leite correram juntos
Nas ruas barulhentas e estranhas
Sangre de Cristo lave a minha alma
Hóstia Consagrada, me façam engolir à força
Respire, respire bastardo
A fumaça é lenta e vermelha
Não quero mais esperar pelo jornal com minha foto,
Que saiu hoje!
E já é passado.
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